domingo, 30 de maio de 2010

O improvável é o mais provável!

Um grande amigo me disse: “O mais provável é o improvável nesta vida!” Poderia ser uma bosta esta frase, senão fosse ela tão real e tão anti Murphy. Improvável pensar que um dia estamos a mercê da felicidade e ao outro estamos a beira de um problema, improvável acreditar que de palavras possam surgir sonhos e com gestos todas estas palavras se esvaiam. O engraçado nisto tudo, é que o improvável é inerente ao ser humano, faz parte da sua formação moral, talvez isto ocorra por uma coisa chamada livre-arbítrio mal usado, mal usado no sentido de prever atitudes, gestos e imaginar sonhos que talvez nunca irão ocorrer. A impossibilidade e a incompatibilidade de idéias talvez não seja nada mais do que o improvável mais provável do mundo, pois cada indivíduo possui uma experiência uma vivência que o torna singular e particular nosso seu modo de agir, pensar e sonhar.

Citando Chaplin no texto do Grande Ditador “O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou no mundo as muralhas do ódio e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.”

Este grande poeta, com palavras já previa o que aqui estaríamos vivendo hoje, não porque ele seja gênio, mas pelo fato do improvável ser sempre o mais provável que ocorra. Por isto realize uma análise crítica de abrangência e evidenciará que nossa vida é uma grande improbilidade.

Amigos que aqui perderam um pouco do seu tempo a ler este texto, peço: “Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura, precisamos de mansos de coração. Amo vcs!”

sábado, 29 de maio de 2010

Carta Roberta

Dizem que o poeta vive das angustias, das tristezas, das solidões, dos risos, enfim dos sentimentos. Te pergunto seria eu um poeta?
Choro de saudades do meu amor! Fico com o peito angustiado de preocupação quando estou longe de ti... Estou só fisicamente e muito bem acompanhado na mente, pois penso em você! Riu que nem tonto quando vejo seu cabelo caindo sobre seus olhos, quando te abraço na frente do espelho! Sinto... sinto... sinto... SINTO VOCÊ! Por que não sou um poeta então?
Talvez seja pois me falta a sensibilidade de tocar o seu coração com minhas palavras como os poetas fazem, talvez me falte a rima perfeita para o amor, pois este só sei rimar com Roberta. Talvez não seja poeta, pois amo de mais um anjo e os poetas escrevem coisas impossíveis e meu amor é possível e concreto.
Pensando bem não quero ser poeta, prefiro ser seu, todo Seu! Isso me torna o poeta da vida, poeta da alegria, da paz o poeta do AMOR! Que seu sorriso me inspire a seguir, que seus lábios me beije e que seu abraço me acolha! AMO!